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domingo, 11 de setembro de 2011

A democracia em construção após 88

Delze dos Santos Laureano (*)
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Considerando a democracia como processo político em permanente construção e os direitos de cidadania assegurados no texto da Constituição Brasileira, entendemos que são significativos os avanços democráticos conquistados após 1988. Tomando como parâmetro o artigo terceiro do texto, que enumerou os objetivos da República, vemos que o processo democrático deve primar pela construção de uma sociedade livre, justa e solidária, promovendo o desenvolvimento nacional, erradicando a pobreza e a marginalização e buscando reduzir as desigualdades sociais e regionais para alcançar o bem de todos(as), sem quaisquer tipos de preconceitos ou formas de discriminação em nosso País.
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Obviamente, numa sociedade fundada em princípios democráticos, esses objetivos republicanos somente ocorrerão com o respeito às liberdades fundamentais e primando-se pela igualdade de oportunidades para todos(as). Por tudo isso, temos ainda muito a fazer, mas já caminhamos bastante.



Política estável
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Podemos destacar como avanço democrático a estabilidade política. Estamos vivendo o mais longo período de estabilidade democrática no Brasil. O único momento anterior, bastante breve, teve início após a Segunda Grande Guerra, com a deposição do Presidente Vargas, em 1945. E foi interrompido com a instauração do regime autoritário de 1964 (ditadura militar).
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Após 1988, o exercício do poder político e o funcionamento das instituições foram mantidos, apesar dos diversos momentos de turbulência, como no impeachment de Fernando Collor de Mello, primeiro presidente eleito de forma direta após 1964. Entendemos que essa estabilidade política resultou da maior participação popular na política e do maior acesso à informação, inclusive com a divulgação das ilegalidades praticadas pelos governantes, o que ajudou na formação da opinião pública no Brasil.


Democracia, um processo
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Os avanços ocorridos após 1988 contribuíram para a garantia de novos direitos. Destacamos a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, do Código de Defesa do Consumidor, do Estatuto do Idoso e a obrigatoriedade de prévio estudo de impactos ambientais para as obras e atividades potencialmente causadoras de degradação ao meio ambiente. Avançamos muito nas políticas de igualdade racial e de fortalecimento da cultura popular, amparadas em artigos da Constituição, bem como na obrigatoriedade da titulação das terras quilombolas. Na mesma esteira, a proteção legal dos territórios indígenas, criando para o Estado o dever de demarcar as terras originais, garantindo nesse processo a preservação da cultura e os recursos naturais necessários à vida das comunidades.
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Resultado de expressiva organização popular, a luta pela Reforma Agrária mereceu a inscrição em título próprio no texto e o princípio da função social da propriedade foi elevado a princípio norteador de outros princípios fundamentais. Tudo isso fortaleceu e deu nova significação aos movimentos sociais que lutam pela terra. Outro aspecto relevante a ser considerado foi a garantia de importantes espaços para a participação popular nas políticas que afetam diretamente a vida nacional. Referente a isso vale destacar a participação nas políticas de seguridade social, saúde, educação, proteção à família, à criança e ao adolescente, somente para citar alguns.
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Muitos poderiam afirmar, contudo, que não vivemos efetivamente um regime democrático, em vista do poder político ainda estar distante do que sempre idealizamos como justo. Realmente, não podemos comemorar a Reforma Agrária; diversas são as comunidades quilombolas e indígenas que esperam há anos a legalização de suas terras; o exercício do poder político ainda fica muito restrito às elites; a democracia representativa segue fragilizada pelo sistema eleitoral e a democracia participativa não se fortalece no tempo que gostaríamos. Entretanto, compreendendo a democracia como processo, temos de apostar na política como o melhor meio para serem criadas as condições adequadas de vida para toda a sociedade e num futuro que depende muito de nós.
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(*) Advogada da Rede Nacional de Advogados Populares, professora da Escola Superior Dom Helder Câmara e procuradora do Município de Belo Horizonte - MG.
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FONTE: Revista Mundo Jovem, ano 48, n° 412.





Juventude Socialista Brasileira

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) se mantém desde tempos na vanguarda do debate dos diferentes movimentos de juventude, seja atuando dentro das estruturas do movimento estudantil, como na União Nacional dos Estudantes, na União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, seja na base, politizando e transformando a realidade através de nossa militância nos diferentes CAs Das e Grêmios estudantis. Estivemos presentes na derrubada da ditadura, na campanha do petróleo é nosso, nas ruas pedindo “fora Collor”, conquistamos DCEs pelo Brasil afora e lutamos permanentemente pela construção cotidiana da liberdade e da igualdade.
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Vivemos hoje, entretanto, uma situação de profundo paradoxo. Os tempos de liberdade e de democracia política, conquistada após duros embates, trouxeram consigo também a apatia que aprisiona os jovens numa perspectiva individualista da existência. Persiste ainda um sistema de ensino alienante, massificante e autoritário. O jovem é treinado para a competição, para o consumismo sem freios que não dialoga nem se coaduna com as limitações ecológico-ambientais do planeta. Enquanto jovens queremos construir atitudes transformadoras e emancipadoras, sentimos a necessidade de pensar novos rumos para o mundo que nos cerca, com socialismo e solidariedade, contra o rolo-compressor que tenta nos esmagar no dia-dia, contra o tédio e lamúria dos indiferentes.




Grande parte dos jovens brasileiros rejeita a política, se dizem apolíticos sem nem saber que a política envolve todas as coisas do seu cotidiano: Por outro lado vêem com bons olhos atitudes de preservação do meio-ambiente, preservação da vida, e da ampliação dos horizontes culturais. Acreditam que na política só existe sujeira, jogo de interesses e pouca preocupação com a população. Esquecem que fazer este jogo, da não participação é a forma mais cabal de concordar com o status quo, de deixar as coisas como estão. Afirmamos então que toda atitude de transformação é uma atitude política, pois dialoga com a mudanças nos modos de pensar e agir. Bandeiras históricas - culturais, ecológicas, de segurança, desenvolvimento sustentável, entre outras - se unem na luta pela transformação do modo de vida capitalista em uma sociedade socialista, democrática e justa para todos(as). O correr da vida que muitas vezes nos embrulha, está apenas a nos exigir coragem e perseverança para mudar a realidade.
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Em resposta a isto nós, militantes da JSB acreditamos no poder de mobilização e transformação da Juventude Brasileira. Não aceitamos o comodismo nem apatia, denunciamos a estagnação. Queremos atrair o máximo possível de jovens para a participação nos diferentes movimentos de Juventude. Novos horizontes se abrem quando pensamos nas possibilidades e diálogos trazidos pelos conselhos municipais de Juventude, ONGs, OSCIPS, sindicatos, fundações e demais entidades que militam pela causa do trânsito seguro, da manutenção das florestas, do acesso ao ensino, da reforma universitária, da ampliação do ProJovem, da Reforma Agrária e toda uma gama de novas lutas e diálogos, que refletem a pluralidade do cotidiano da vida dos jovens como ela é.
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Rejeitamos este mundo da forma como ele está, rejeitamos os estereótipos. queremos trazer para centro do debate político este conjunto de lutas do povo, que refletem em nossa concepção a perene impossibilidade do modo de produção capitalista em responder com plenitude aos anseios da vida em sociedade. Rejeitamos sobretudo, a opressão e exploração do homem pelo homem, como única certeza destes tempos. Entretanto, queremos moldar uma nova realidade, mas sem utilizar os velhos moldes e formas pré-concebidas. Queremos ser novos homens e novas mulheres. Acreditamos em nossos sonhos! Ousamos ser diferentes! É hora do socialismo! VENHA PRA JSB!
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FONTE: http://www.psbrs.org.br
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Comunicação e mídia para o Brasil avançar

Bertrand Sousa (*)
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As formas de transmissão de mensagens vêm acompanhando o desenvolvimento humano. Na época das cavernas, os povos primitivos comunicavam-se através de gestos entre emissores e receptores. O tempo passou e o homem conseguiu desenvolver a capacidade de falar, organizando a partir daí, códigos verbais entre as diferentes comunidades que habitavam o planeta.
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Nos dias atuais, a informação passou a ter uma dimensão automática, quase instantânea. E desde então vivemos na “era digital”, onde tudo, ou quase tudo, pode ser descrito por códigos binários. Com o advento da Internet, a rede mundial de computadores, as pessoas passaram a conviver diariamente com a velocidade e todo volume de conhecimento gerado pela humanidade nos últimos dois mil anos. A chamada “aceleração do tempo social”, resultante deste processo, trouxe possibilidades de comunicação e obtenção de informações nunca antes vistas, que continuam aumentando, exponencialmente.






Nesse contexto, todo cidadão brasileiro deveria tratar a Comunicação como direito humano – e exercê-lo sempre – especialmente no que incide sobre a soberania nacional, a liberdade de expressão, a inclusão social, a diversidade étnico-racial, sexual, cultural, religiosa e de gênero, a convergência tecnológica e a regionalização da produção de conteúdos midiáticos. Entretanto, o que observamos, por exemplo, nos veículos de comunicação de massa paraibanos? Nada mais que a simples reprodução dos modelos impostos ao longo do tempo pela mídia conservadora (nacional e internacional), para favorecer as oligarquias familiares que monopolizam o mercado da informação.
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Portanto, os interesses econômicos dos sistemas de comunicação precisam ser revistos, sobretudo quando interferem e impedem a prática do Direito a Comunicação. Faz-se necessário exercer massivamente a cobrança junto aos órgãos competentes para que sejam cumpridas as normas relacionadas às concessões públicas de telecomunicações, que a regulamentação do setor seja aprimorada para respeitar sempre o interesse público e que os veículos de comunicação de massa realizem os processos midiáticos com ética, responsabilidade e qualidade informativa.




Vale ressaltar que a produção, difusão e acesso às informações são requisitos básicos para o exercício das liberdades civis, políticas, econômicas, sociais e culturais. O monopólio dos meios de comunicação (mídias) representa uma ameaça à democracia e aos Direitos Humanos, principalmente no Brasil, onde a TV e o rádio são os meios de produção e distribuição de bens simbólicos mais disseminados. Por outro lado, o Brasil tem chamado a atenção mundial pela imensa quantidade de participantes em comunidades virtuais e redes sociais. Ferramentas como blogs, wikis e fóruns de discussão têm consolidado o conceito de comunidade virtual, evidenciando alterações na estrutura social brasileira.
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Com efeito, constata-se que as comunidades virtuais e redes sociais têm potencializado o diálogo e a organização de indivíduos - muitos jovens, inclusive - em novas estruturas, coletivas e colaborativas. Comunidades que surgiram na web passam a ter encontros presenciais. E com a multiplicação destas comunidades e grupos, surge uma nova dimensão de poder, que muitas vezes passa despercebida pelos próprios envolvidos. A evolução, a revolução e a transformação dependem de mudanças estruturais no cotidiano, na práxis social. Saudações socialistas!
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(*) Jornalista e secretário de comunicação da JSB-JP.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Eduardo Campos ! A posiçao do PSB, sobre controle da mídia não é a do PT

Da Agencia Estado por Luciana Nunes Leal

Questionado sobre a retomada da discussão sobre regulação da mídia, proposta no Congresso do PT, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, disse que, nesta questão, “a posição do PSB não é a posição que o PT tomou”. “Entendemos que a construção de democracia no Brasil foi feita a muito custo e um dos valores importantes da democracia é a imprensa livre”, disse.

“O grande controle da mídia vai ser feito pela cidadania. Se vejo uma mídia defender uma causa em que não acredito, simplesmente não consumo aquela mídia, falo mal dela e passo para outra. O grande controle que podemos fazer é dar consciência à sociedade, melhorar a educação e a inclusão para que o cidadão faça este controle, não consumindo a mídia que trabalha com valores que não são de interesse do País”, acrescentou o governador.

Campos evitou comentar a decisão do PT de estimular retomar a proposta de regulação, iniciada no governo Lula. “É muito ruim fazer avaliação do congresso de um partido parceiro. Eles acharam que era hora de fazer o debate. No nosso congresso, que acontecerá em dezembro, esta questão não está em pauta. Estamos preocupados com a economia, com a pauta da exportação da indústria brasileira, com geração de inovação tecnológica, educação, saúde pública”, disse Campos.

MP dos Tablets

Por Marcelo Serafim

Há alguns meses escrevi neste espaço sobre o duro golpe que o governo federal dava na Zona Franca de Manaus em virtude da edição da MP dos Tablets, nossos políticos em Brasília tentavam passar a imagem que tudo transcorria normalmente, enquanto nós alertávamos que o golpe era maior do que todos pensavam.

Ontem, o governo federal aprovou a MP e alguns políticos de nosso estado comemoraram como se fosse uma grande vitoria para o Amazonas. Não era! Não foi! Perdemos e infelizmente nossa bancada foi omissa durante todo esse processo. Cinco dos oito deputados federais estavam ausentes e não nos defenderam como deveriam.

Pelo texto aprovado no dia de ontem, o Amazonas deixa de ter as vantagens comparativas que tinha anteriormente e não ganhou nenhuma vantagem adicional. O incentivo no imposto de renda concedido para o Amazonas é o mesmo de toda Região Norte e nordeste. Algum de nós é inocente em achar que uma indústria vai se instalar em Manaus em detrimento de Estados da região nordeste como Bahia e Pernambuco, que possuem farta oferta de energia elétrica e estradas ligando-as a todo o Brasil, o que facilita de forma considerável o seguimento de distribuição de produtos, reduzindo assim os seus custos de instalação, para implantarem suas indústrias em Manaus, aonde falta energia todo dia e estamos ilhados pela ausência de estradas que nos liguem ao resto do Brasil.

É obvio que não! Perdemos e perdemos feio, pela ausência e arrogância de uma bancada que há muito tempo esqueceu que sua obrigação em Brasília é lutar pelo nosso Estado e não por benefícios individuais que não engrandecem o Parlamento e que envergonham o nosso povo.

Até quinta!

Vaias: Amazonino mais uma vez esqueceu os seus compromissos e faltou ao desfiles de 7 de Setembro. Mandou como seu representante o chefe da guarda municipal, numa clara demonstração de desrespeito a todos que estiveram no sambódromo. Foi retribuído com mais vaias, que são o resultado de suas mentiras para com a nossa cidade.

Programa do PSB prega Menos Imposto Urbano!

No programa partidário que vai ao ar na noite desta quinta-feira em rede nacional, o PSB inaugura sua estratégia para as eleições de 2012 empunhando bandeiras municipalistas.

Conforme informou o Painel da Folha nesta quinta, o presidente nacional da legenda e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, lança na propaganda partidária o mote de uma reforma urbana, cujo principal chamariz é uma proposta de redução de impostos que permita baixar o preço das passagens de transporte público.

O blog teve acesso em primeira mão ao vídeo, produzido pela agência Link, do jornalista Edson Barbosa, o Edinho, marqueteiro também das campanhas de Campos.

O governador de Pernambuco é, novamente, o mestre de cerimônias do programa, dedicado a apresentar o PSB como um partido que “faz e sabe fazer” também no plano municipal –seguindo a mesma linha da peça do primeiro semestre, de caráter nacional.

“A hora é agora”, diz Campos, que prega uma “reforma urbana ampla, ousada e criativa”.

A segunda parte dos dez minutos da propaganda é dedicada a vender o peixe das administrações municipais pessebistas. Os prefeitos Márcio Lacerda (Belo Horizonte) e Luciano Ducci (Curitiba) são apresentados como os dois gestores de capitais mais bem avaliados do país, segundo o Datafolha.

Sem a mesma desenvoltura na tela que Campos, os administradores do PSB falam de programas como a Escola Integrada, de BH, e o Mãe Curitibana.

A peça do PSB tem um claro viés de projetar o partido para além do Nordeste, região na qual é mais forte politicamente, com três governadores. Além de destacar políticos do Sul e do Sudeste, a linguagem usada mistura grafite, trilha incidental com notas de hip hop, uma apresentadora com sotaque mineiro e cortes rápidos de cenas metropolitanas.

A estratégia mira, além das eleições municipais do ano que vem, a preparação de terreno para o projeto do partido em 2014. Eduardo Campos é citado como eventual candidato a um voo solo presidencial, além de figurar nas listas de cotado para vice tanto do PT quanto numa eventual candidatura do tucano Aécio Neves.

Carta aos meus Companheiros de luta


Dia 11 de agosto, o que comemorar? A qualidade de nossa educação? Não! Dia 11 de agosto é dia do estudante, e somos chamados a renovar a luta. Luta por um amanhã melhor, luta por uma educação pública e de qualidade, luta para garantir à nossa juventude dias melhores, mas para conseguirmos dias melhores, é preciso termos dias de luta. Honrando assim o Hino Nacional Brasileiro quando ele nos diz: “Verás que o filho teu não foge a luta”, temos muitas bandeiras para em punho firme levarmos ao campo de batalha. Esse campo são as ruas, as salas de aula, dentre outros. Precisamos ousar, mesmo quando tudo diz que não.
Lembro-me do grande compositor Amapaense Amadeu Cavalcante quando na letra de uma de suas músicas retratou de forma ímpar nosso estudante dizendo: “Trago na cara a tinta brilhante, e uma aquarela de amor no olhar. Dentro da minha paixão de estudante mora um guerreiro disposto á lutar. Vamos pro meio da praça sempre cantando um motivo, cheios de fé e de raça com sentimento mais vivo. Levantar a nossa bandeira, sempre da mesma maneira todos de caras pintadas.” Então porque não lembrar Charlie Brown Jr. Manda o papo reto aí Charlie Brown. “O que eu consigo ver é só um terço do problema É o Sistema que tem que mudar. Não se pode parar de lutar, senão não muda. A Juventude tem que estar a fim, tem que se unir. O abuso do trabalho infantil, a ignorância faz diminuir a esperança na TV, o que eles falam sobre o jovem não é sério, deixa ele viver, é o que liga”.
A Juventude Socialista Brasileira (JSB) tem esse papel, e você militante da JSB não pode ser diferente. Vamos continuar honrando os nossos grandes lideres como: Miguel Arraes, João Mangabeira, Jamil Haddad, Roberto Amaral, Eduardo Campos, Capi, Serafim Corrêa, Carlos Siqueira. Dentre tantos outros homens de bem de nosso partido. E em momento algum deixemos no mar do esquecimento as lutas e vitórias do Glorioso “MOVIMENTO ESTUDANTIL” (ME), este que foi protagonista na luta contra a ditadura, na redemocratização de nosso país. Em especial na campanha pelas diretas Já. (Década de 80). No impeachment do ex-presidente Collor, fomos os “Caras pintadas”. Em vários outros momentos pelo mundo a fora, também nossa Juventude foi protagonista. Tais como: Na queda do murro de Berlin, Maio de 68 na França. Fortalecemos a luta social em busca de dias melhores.
Jovem Socialista, militante aguerrido desta nossa querida JSB, em cada canto deste rincão Brasileiro. Lute! Não esqueça em nem um momento, que ‘’nós somos madeira de lei que cupim não rói’’. Somos a resistência! Eu sei que não é fácil, mas quem te falou que seria? Convoco-te a mais uma vez lembrar-se do Hino Nacional Brasileiro quando ele nós diz: “Para ter paz no futuro, é preciso ter glórias no passado”. Não desista de lutar. “Não me entrego sem lutar, tenho ainda coração, não aprendi a me render, que caia o inimigo então.” (Renato Russo).
Tenho certeza que onde estiver Dr. Arraes está cantando: “Eu vou prá luta com essa juventude, que não foge da raia a troco de nada”
JSB PRESENTE! JSB PRESENTE! AGORA, E SEMPRE.
Se o Presente é de luta, o futuro nos pertence. (Comandante Ernesto Che Guevara)
Sergio Cardoso Emiliano -Presidente da JSB -Amazonas

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Falta um zero no meu ordenado, de Ary Barroso

Trabalho como louco
Mas ganho muito pouco
Por isso eu vivo sempre atrapalhado
Fazendo faxina
Comendo no "China"
Ta faltando um zero no meu ordenado

Ta faltando um zero
No meu ordenado
Ta faltando sola no meu sapato
Somente o meu retratoDa rainha do meu samba
E que me consola
Nesta corda bamba

Justiça pune agressão a professor da UFAM

Os professores da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) receberam ontem (31), do Ministério Publico Federal (MPF), uma decisão que aguardavam desde 2009. O órgão multou Amin Abdel Aziz Neto em R$ 15 mil por ter agredido o professor de Comunicação Social da UFAM Gilson Monteiro. O que representa a decisão do MPE para a universidade e para a sociedade?

Ganham, em primeiro lugar, os docentes da universidade. Profissionais qualificados e com a responsabilidade de formar quadros técnicos para servir com excelência o estado, os professores precisam ter resguardados o exercício da criticidade. Afinal, é a partir de pensar e repensar o contexto que estamos inseridos que se inicia o papel da educação em todos os níveis. Por esse viés, a multa ao agressor pode ser entendida como forma de defender a própria educação.

Em segundo, vence o estado democrático de direito, que demanda a liberdade de expressão para existir. O exercício da opinião e, principalmente, a diversidade que surgem delas são fundamentais para apreendermos a realidade e apontarmos, coletivamente, o melhor caminho para a cidade, o estado, o país e o mundo que estamos.

Por outro lado, a docência e a emissão de juízos de valores também estão permeados por limites que precisam ser observados. Uma acusação ou hipóteses delas carecem de fundamentação para ser feitas, do contrário, o emissor é quem comete crime, já que presunção de inocência também faz parte dos dispositivos constitucionais. Não se sabe se isso foi feito pelo professor, o que em nada diminui o crime contra a docência na UFAM.

Por fim, fica a lição da universidade para a política, dada pela justiça: os limites estão estabelecidos, inclusive para os que estão sob a sombra do poder!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Após Tentativa de Golpe Por Parte de Partidários de Amazonino Mendes, Clima esquenta na Conferencia de Juventude em Manaus.

Assista ao video!
http://www.youtube.com/watch?v=wP0FWnx4YyQ




A Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE) foi palco, nesta terça-feira (23), de uma briga entre lideranças jovens pró e contra o prefeito Amazonino Mendes (PTB).
A confusão ocorreu no final da 2ª Conferência Municipal de Políticas Públicas da Juventude. Estudantes que participaram do evento informaram que o problema começou na hora de escolher delegados para a conferência estadual. Houve intervenção de policiais militares.
A conferência foi organizada pela Secretaria Municipal de Juventude (Semje) e tinha como objetivo discutir políticas públicas e redigir uma carta de propostas a ser enviada para a Conferência Estadual e, em seguida, para a Conferência Nacional que será em dezembro.
As reclamações de estudantes ligadas às juventudes de partidos como PT e PSB foi em relação ao espaço e alimentação fornecida no encontro.
Márcia Oliveira, membro da comissão estadual organizadora da conferência, disse que em todas as cidades são as secretarias de Juventude as responsáveis por prestar apoio às conferências.
“A Comissão Estadual dá o norte das discussões e as secretarias dão o apoio logístico. Como quase mil inscritos serem colocados num auditório com capacidade para cerca de 300 pessoas?”, disse Oliveira.
Ela questionou a falta de verba para fornecer alimentação aos estudantes que participaram da conferência. “Não pode ser falta de dinheiro. Como é que tem para produzir 400 mil DVDs e distribuir na cidade. E não tem para apoiar um encontro que discute políticas para a juventude. Só dá para entender que o prefeito não leva a sério a juventude. Não tinha nem água”, afirmou.
Luiziane Viana, 27, ligada à juventude do PT, afirmou que os movimentos ligados ao PT e ao PSB estavam com maior representatividade e iam eleger o maior número de delegados para a Conferência Estadual.
“Percebendo isso, o secretário da mesa suspendeu a votação e inventou outra forma. Foi quando começou a discussão e a polícia entrou no local e agrediu estudantes”, disse Luiziane.
Ela disse que fora do auditório da ALE-AM a votação continuou com novo formato, mas na avaliação do grupo dela, com fraude. “Lá dentro eram cerca de 700 aptos a votar, aqui fora os votos já passam de mil”.
O estudante do colégio Dom Bosco Leste, Reir Pereira, 16, disse que foi agredido por um policial. “Só porque fui questionar a mesa sobre a nova forma de votação. Sendo que o regimento aprovado aqui me dava esse direito”, declarou.

Protesto Marca A Etapa Municipal da Conferência de Juventude em MANAUS!


O primeiro dia da 2ª Conferência Municipal da Juventude foi marcado com manifestação de repúdio de estudantes contra a organização do evento. O local não comportava todos os dois mil inscritos e os dias escolhidos para a realização da conferência não foi bem aceitos.
O evento para debater políticas públicas para jovens amazonenses teve início na manhã desta segunda-feira (22). A programação previa palestras e aprovação do regimento interno da conferência, que devido a pequenas confusões aconteceu apenas na parte da tarde.
Aproximadamente 1,5 mil jovens de diversas categorias e entidades participaram do primeiro dia da conferência. A falta de espaço para acolher a todos os jovens, os dias escolhidos para a realização do evento e a quantidade de crachás que autorizava a entrada ao local criou um clima de tensão entre alguns jovens e os organizadores do evento.
Uma carta de repúdio foi escrita e entregue ao titular da Secretaria Municipal de Juventude (Semje), relatando a desorganização da conferência, marcou o dia atrasando as atividades previstas pelo protocolo.
Apenas a palestra do Secretário Nacional de Juventude, Paulo Lima, e a votação do regimento interno foram realizadas nesta segunda-feira. As atividades continuam a partir das 8h desta terça-feira (23) no auditório da Assembléia Legislativa do Estado.
Regimento InternoO regimento prevê as diretrizes que nortearão a Conferência e a escolha dos diretores municipais que os representarão na Conferência Estadual da Juventude nos dias 27 a 29 de outubro.

Vice Prefeito Messias Cursino Abre a Conferência Municipal de Juventude.

Vice Prefeito Messias Cursino Abre a Conferência Municipal de Juventude.






O vice-prefeito Messias Cursino está recebendo hoje as parabenizações da população e servidores municipais pela passagem do seu aniversário. Pela manhã, depois de ganhar os cumprimentos pelo trabalho que realiza ao lado do prefeito Bi Garcia, Messias prosseguiu com uma agenda de trabalho que começou com a abertura da I Conferência Municipal de Políticas Públicas de Juventude de Parintins, no Centro do Idoso Pastor Lessa. Membros de diversos movimentos participam de palestras de professores das universidades e apresentam sugestões que serão levadas à conferência estadual em Manaus, no mês de outubro. Messias destacou a iniciativa da Coordenadoria de Juventude da Prefeitura, que tem redobrado a atenção para os pleitos dos jovens parintinenses. “Tempos atrás a juventude parintinense não tinha essa oportunidade de debater políticas públicas. E hoje, através da Secretaria Municipal de Juventude, que é a pioneira em todo o estado do Amazonas, está oferecendo esse espaço para que os jovens possam participar de discussões”, afirma o prefeito. O estudante Holderlan Mourão, vice Presidente Estadual da JSB AMAZONAS, afirmou que a conferência é um espaço oportuno para levar ao conhecimento do poder público as necessidades e demandas que a classe dos jovens possui.